Pequena que nem uma ervinha rasteira
Com um coração do tamanho do céu
Infinita lealdade
Com quem, por vezes, não mereceu.
Inspiro-me numa imagem desfocada
Que relíquia de pormenor
De uma imagem tão pouco revelada
Talvez assim queimada pelo calor.
Olhos carvalho
Tom de pele bem latino
Mudei a cor do cabelo
De castanho para cor de vinho.
Da personalidade
Muito pouco ainda sei
Por comentários alheios já me magoei.
Tornei-me fumadora
Muitos cortes eu fiz
Por querer mostrar aos outros
Ser aquilo que nunca quis.
Posso tentar ilustrar-vos
Um pouco do que sou
Talvez uma criança ainda,
Afinal, pouco em mim mudou.
Expresso a minha maturidade
Em poemas à luz de velas
Inspirados em dias iluminados,
Escritos em noites belas...
Noites em que não consigo dormir
Tenho medo de não acordar
Já tentei acabar com a minha vida,
E fui salva pelo telemóvel, a tocar.
Não tenho medo da morte,
Ela um dia há-de chegar
Mas tenho cumprido a promessa
De não a antecipar.
O número 7 muito me tem mostrado,
Mostrado a razão, a razão porque crescemos
É pela passagem do tempo ? Acho que não.
Tem mais a ver com o que vivemos,
ou com o que queremos viver,
Tudo aquilo que ambiciono
É o que realmente me faz crescer.
Talvez me tenha estendido,
Um pouco mais que uma apresentação,
Mas inspirei-me para um auto-retrato
E isto é tudo apenas uma ilusão.
O que sou realmente,
Ninguém sabe ou há-de saber,
Somos todos uma mistura
Do que fomos e do que desejamos ser.
Com tudo isto,
Acabo por perceber
Que afinal nada sou,
E que nada hei-de ser.
Expresso-me em redes sociais,
O meu blog é o meu "cantinho"
Toda a gente pode ler o que escrevo
Só não creio, que ao ler, não lacrimeje nem um bocadinho.
Desde poemas de amor,
A breves notas de suicídio,
Todas elas lá estão
E nenhuma delas algumas vez colidiu.
Nas crenças Emo me deparei,
Apoio às minhas ideologias,
Não digo que me perdi
Mas que encontrei a minha alma em certas melodias.
E para terminar,
Espero que tenham percebido,
Que não sou uma insana mental
Apenas mais um adolescente
Pela adolescência desiludido.
Criei este blog para publicar o que vou escrevendo, se bem que nem um terço do que escrevo está aqui publicado. Espero que gostem do que vão ler e que deixem uma opinião sobre o que escrevo.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
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sexta-feira, 23 de maio de 2014
Uma espécie de auto-retrato ...
Pequena que nem uma ervinha rasteira
Com um coração do tamanho do céu
Infinita lealdade
Com quem, por vezes, não mereceu.
Inspiro-me numa imagem desfocada
Que relíquia de pormenor
De uma imagem tão pouco revelada
Talvez assim queimada pelo calor.
Olhos carvalho
Tom de pele bem latino
Mudei a cor do cabelo
De castanho para cor de vinho.
Da personalidade
Muito pouco ainda sei
Por comentários alheios já me magoei.
Tornei-me fumadora
Muitos cortes eu fiz
Por querer mostrar aos outros
Ser aquilo que nunca quis.
Posso tentar ilustrar-vos
Um pouco do que sou
Talvez uma criança ainda,
Afinal, pouco em mim mudou.
Expresso a minha maturidade
Em poemas à luz de velas
Inspirados em dias iluminados,
Escritos em noites belas...
Noites em que não consigo dormir
Tenho medo de não acordar
Já tentei acabar com a minha vida,
E fui salva pelo telemóvel, a tocar.
Não tenho medo da morte,
Ela um dia há-de chegar
Mas tenho cumprido a promessa
De não a antecipar.
O número 7 muito me tem mostrado,
Mostrado a razão, a razão porque crescemos
É pela passagem do tempo ? Acho que não.
Tem mais a ver com o que vivemos,
ou com o que queremos viver,
Tudo aquilo que ambiciono
É o que realmente me faz crescer.
Talvez me tenha estendido,
Um pouco mais que uma apresentação,
Mas inspirei-me para um auto-retrato
E isto é tudo apenas uma ilusão.
O que sou realmente,
Ninguém sabe ou há-de saber,
Somos todos uma mistura
Do que fomos e do que desejamos ser.
Com tudo isto,
Acabo por perceber
Que afinal nada sou,
E que nada hei-de ser.
Expresso-me em redes sociais,
O meu blog é o meu "cantinho"
Toda a gente pode ler o que escrevo
Só não creio, que ao ler, não lacrimeje nem um bocadinho.
Desde poemas de amor,
A breves notas de suicídio,
Todas elas lá estão
E nenhuma delas algumas vez colidiu.
Nas crenças Emo me deparei,
Apoio às minhas ideologias,
Não digo que me perdi
Mas que encontrei a minha alma em certas melodias.
E para terminar,
Espero que tenham percebido,
Que não sou uma insana mental
Apenas mais um adolescente
Pela adolescência desiludido.
Com um coração do tamanho do céu
Infinita lealdade
Com quem, por vezes, não mereceu.
Inspiro-me numa imagem desfocada
Que relíquia de pormenor
De uma imagem tão pouco revelada
Talvez assim queimada pelo calor.
Olhos carvalho
Tom de pele bem latino
Mudei a cor do cabelo
De castanho para cor de vinho.
Da personalidade
Muito pouco ainda sei
Por comentários alheios já me magoei.
Tornei-me fumadora
Muitos cortes eu fiz
Por querer mostrar aos outros
Ser aquilo que nunca quis.
Posso tentar ilustrar-vos
Um pouco do que sou
Talvez uma criança ainda,
Afinal, pouco em mim mudou.
Expresso a minha maturidade
Em poemas à luz de velas
Inspirados em dias iluminados,
Escritos em noites belas...
Noites em que não consigo dormir
Tenho medo de não acordar
Já tentei acabar com a minha vida,
E fui salva pelo telemóvel, a tocar.
Não tenho medo da morte,
Ela um dia há-de chegar
Mas tenho cumprido a promessa
De não a antecipar.
O número 7 muito me tem mostrado,
Mostrado a razão, a razão porque crescemos
É pela passagem do tempo ? Acho que não.
Tem mais a ver com o que vivemos,
ou com o que queremos viver,
Tudo aquilo que ambiciono
É o que realmente me faz crescer.
Talvez me tenha estendido,
Um pouco mais que uma apresentação,
Mas inspirei-me para um auto-retrato
E isto é tudo apenas uma ilusão.
O que sou realmente,
Ninguém sabe ou há-de saber,
Somos todos uma mistura
Do que fomos e do que desejamos ser.
Com tudo isto,
Acabo por perceber
Que afinal nada sou,
E que nada hei-de ser.
Expresso-me em redes sociais,
O meu blog é o meu "cantinho"
Toda a gente pode ler o que escrevo
Só não creio, que ao ler, não lacrimeje nem um bocadinho.
Desde poemas de amor,
A breves notas de suicídio,
Todas elas lá estão
E nenhuma delas algumas vez colidiu.
Nas crenças Emo me deparei,
Apoio às minhas ideologias,
Não digo que me perdi
Mas que encontrei a minha alma em certas melodias.
E para terminar,
Espero que tenham percebido,
Que não sou uma insana mental
Apenas mais um adolescente
Pela adolescência desiludido.
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